
Como Ligar correctamente para o 112
Manuais de Socorrismo
José Elias
Edição: 1ª Edição, V1 –Abril de 2026
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Conteúdos
O manual "Como Ligar Corretamente para o 112 – O Número Europeu de Emergência" é uma guia prática de cidadania, prevenção e segurança desenvolvida pelo Clube B.E.A.R. (Brigada Especial de Airsoft Radical).
Tem como principal objetivo capacitar qualquer cidadão a gerir o stress e comunicar com eficácia perante uma emergência médica, garantindo o correto acionamento dos meios de socorro.
Principais Tópicos Abordados:
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O Sistema Integrado de Emergência Médica (SIEM): Explica o funcionamento em rede de entidades como o INEM, Bombeiros, Forças de Segurança e Hospitais. Destaca que o cidadão é o primeiro elo da cadeia de sobrevivência, sendo a sua correta comunicação decisiva para o sucesso do socorro.
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O Funcionamento do 112: Aborda o fluxo da chamada desde o atendimento inicial pelas Forças de Segurança (PSP/GNR) para validação da localização e tipo de ocorrência, até à transferência para o CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM) em casos de emergência de saúde.
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Critérios de Ativação: Define de forma clara quando se deve e não se deve ligar para o 112:
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Ligar ao 112: Situações críticas ou de risco de vida iminente (ex.: paragem cardiorrespiratória, AVC, acidentes graves, dor no peito intensa, hemorragias graves).
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Não ligar ao 112: Situações não urgentes (sintomas gripais, febre ligeira, dores crónicas), devendo estes casos recorrer à Linha SNS 24 (800 24 24 24) para não sobrecarregar as linhas de emergência.
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Protocolo de Comunicação com o CODU: Apresenta a ordem prioritária de dados a fornecer durante a chamada:
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Onde: Localização precisa ou coordenadas GPS.
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Quê: Natureza da ocorrência.
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Contacto: Número de telefone.
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Quem/Quantos: Número, sexo e idade aproximada das vítimas.
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Estado: Sintomas e nível de consciência/respiração da vítima.
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Perigos: Riscos adicionais no local (fogos, estruturas instáveis, etc.).
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Regra de Ouro: Reforça que nunca se deve desligar a chamada antes de o operador indicar, pois a recolha contínua de informação não atrasa o envio do socorro e permite receber instruções de primeiros socorros em tempo real.

























